AVALIAÇÃO DA RESISTÊNCIA HORIZONTAL DE HÍBRIDOS DE MILHO À MANCHA PARDA, NO ESTADO DO TOCANTINS - BRASIL
Edmar Vinícius de Carvalho, Flávio Sérgio Afférri, Michel Antônio Dotto, Joênes Mucci Peluzio
Resumo
Com o presente trabalho objetivou-se avaliar a severidade de Mancha Parda (Physoderma maydis) em vinte e três híbridos de milho, em duas condições distintas de suprimento de nitrogênio, no Sul do Tocantins, com ocorrência natural da doença. O experimento foi realizado na Estação Experimental do Campus Universitário de Gurupi, pertencente à Universidade Federal do Tocantins - UFT. O delineamento experimental foi em blocos casualizados, com quatro repetições. Foram avaliados 22 híbridos simples de milho da UFT e um comercial, combinados com dois níveis de nitrogênio (80; 40 kg ha-1 de N). A severidade da doença foi avaliada em duas épocas, no florescimento e 30 dias após o florescimento, utilizando-se escala diagramática de severidade. Os híbridos simples apresentaram à mesma reação a infecção natural da Mancha Parda na primeira avaliação de severidade. No entanto, na segunda avaliação houve efeito significativo entre os cultivares quanto à severidade de Mancha Parda, independentemente do suprimento de nitrogênio. O componente relacionado a severidade de Mancha Parda com maior correlação total e positiva com a produtividade foi a segunda avaliação da doença. Os híbridos experimentais da UFT apresentam as maiores médias de severidades na segunda avaliação da Mancha Parda.
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