Revista Verde de Agroecologia e Desenvolvimento Sustentável, Vol. 6, No 2 (2011)

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DIFERENTES DOSES DE JITIRANA EM COBERTURA COMO ADUBO VERDE NA PRODUTIVIDADE DE RÚCULA

Maria Francisca Soares Pereira, Paulo César Ferreira Linhares, Gabrielly Paula de Souza Azevedo Henriques, Bruna Solano de Oliveira, Patrício Borges Maracajá

Resumo


Com objetivo de avaliar as características agronômicas da rúcula foi realizado um experimento na casa de vegetação da área experimental da horta, do Departamento de Ciências Vegetais da Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA), estado do Rio Grande do norte, Brasil. Utilizou-se o delineamento inteiramente casualizado com sete tratamentos e quatro repetições, totalizando 28 unidades experimentais. Os tratamentos foram constituídos por: T1 (ausência de adubação); T2 (10,8g de jitirana seca em cobertura); T3 (21,6g de jitirana seca em cobertura); T4 (32,4g de jitirana seca em cobertura); T5 (43,2g de jitirana seca em cobertura); T6 (54,0g de jitirana seca em cobertura) e T7 (216g de esterco bovino). A colheita foi realizada aos 35 dias após o transplantio, sendo avaliadas as características: altura média das plantas, número médio de folhas, massa média da matéria fresca e seca. O maior desempenho produtivo de rúcula foi obtido na quantidade de 43,2 g de jitirana seca em cobertura, atingindo valores máximos de altura, número de folhas e rendimento de massa seca, na ordem de 16,5 cm, 7 unidades, 1,84g, respectivamente. Já na forma comercial (folhas fresca), o maior peso obteve-se com 21,6 g de jitirana em cobertura.


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