https://www.gvaa.com.br/revista/index.php/APB/issue/feed ACTA Apicola Brasilica 2021-07-11T20:19:26-03:00 Patricio Borges Maracaja patriciomaracaja@gmail.com Open Journal Systems <p><big>A Revista ACTA Apicola Brasilica (ISSN 2358-2375), periódico do Grupo Verde de Agroecologia e Abelhas (GVAA) é editada de forma contínua, no formato&nbsp;</big><big>eletrônico, destinando-se à divulgação</big><big>&nbsp;de trabalhos científicos originais e inéditos, elaborados em português, inglês ou espanhol. Com auxílio de pareceres de consultores através da prática</big><big>&nbsp;da "avaliação por pareceres ad hoc". A ACTA Apicola Brasilica iniciou no ano de 2013 na versão digital de acesso livre com escopo voltado para pesquisas com abelhas.&nbsp;</big></p> https://www.gvaa.com.br/revista/index.php/APB/article/view/7996 A atividade apícola no município de Remanso (Bahia, Brasil): Aspectos socioeconômicos, produtivos e de mercado 2021-06-12T11:13:57-03:00 Géssica Andrade Paim gessicapaim.zootec@gmail.com Yan Souza Lima yan6lima@gmail.com Rebert Coelho Correia rebert.correia@embrapa.br Eva Monica Sarmento da Silva eva.silva@univasf.edu.br O presente estudo teve o objetivo de descrever o perfil socioeconômico, produtivo e aspectos de mercado dos apicultores de Remanso (Bahia, Brasil), assim como analisar a influência da assistência técnica extensionista sobre a produtividade apícola na região. A pesquisa foi realizada no município de Remanso, devido sua localização na região onde a atividade apícola está difundida entre os pequenos produtores familiares. As entrevistas foram realizadas com quatorze apicultores, a partir de questionários semiestruturados. Foi observado que a maioria dos apicultores pertencem ao sexo masculino e são experientes na atividade apícola. A apicultura na região ainda é realizada de forma secundária, simultaneamente com outras atividades agrícolas e pecuárias. A maioria dos apicultores estão inseridos em cooperativas e associações, de forma que há melhor facilitação no beneficiamento e venda do mel produzido. Os apicultores vêm recebendo capacitações a partir de atividades extensionistas, contribuindo para ampliação e crescimento na produtividade de mel por colmeia. No mais, a flora apícola da região favorece a atividade no município, assim como o incremento na renda dos apicultores, além dos benefícios ecológicos, devido a polinização da flora local realizada pelas abelhas africanizadas. 2021-02-11T13:43:47-03:00 Copyright (c) 2021 Géssica Andrade Paim et al. https://www.gvaa.com.br/revista/index.php/APB/article/view/7913 Meliponicultura em sistemas agroflorestais em Belterra, Pará 2021-06-12T11:13:58-03:00 Ana Paula Silva Viana anastm.paula@gmail.com Daniela Pauletto paulettoflorestal@gmail.com João Ricardo Vasconcellos Gama jrvgama@gmail.com Adcléia Pereira Pires piresadcleia@gmail.com Hierro Hassler Freitas hierroazvdo@gmail.com Aline Pacheco linepacheco@outlook.com O objetivo do estudo foi caracterizar a produção meliponícola em sistemas agroflorestais e realizar um levantamento de espécies vegetais indicadas pela visitação por abelhas sem ferrão no município de Belterra, Pará. A pesquisa foi realizada a partir de um questionário aplicado a meliponicultores com questões que abordaram aspectos socioeconômicos e da produção de abelhas sem ferrão. Em relação ao pasto meliponícola foram investigadas as espécies vegetais apontadas como visitadas pelas abelhas. Destaca-se que 15% dos criadores tem como principal atividade econômica a meliponicultura e 54% vivem com 1 ou 2 salários mínimos. O tempo na atividade de meliponicultura apresenta amplitude de 2 a mais de 40 anos. Os entrevistados afirmaram se dedicarem à meliponicultura pela afinidade com a atividade e pela consciência na importância das abelhas para o meio ambiente. Os meliponicultores apontaram que os maiores entraves enfrentados estão relacionados ao desmatamento e ao uso de agrotóxicos o que, segundo os mesmos, implica na redução na produção do mel, principal produto comercializado. Observou-se que os sistemas agroflorestais (SAFs) onde estão inseridos os meliponários apresentam, segundo os entrevistados, 38 espécies florestais distribuídas em 21 famílias botânicas. Predominaram as espécies frutíferas, características de floresta primária e secundária, o que poderá indicar potencial para introdução em quintais agroflorestais ou outros sistemas consorciados minimizando os custos de implantação e manutenção de meliponários. 2021-02-10T15:10:11-03:00 Copyright (c) 2021 Ana Paula Silva Viana et al. https://www.gvaa.com.br/revista/index.php/APB/article/view/8077 Comportamento de forrageamento de Apis mellifera L. em Azadirachta indica A. Juss no semiárido do Piauí 2021-06-12T11:13:57-03:00 Orlaneide da Silva Brito orlaneide21@hotmail.com Juliana do Nascimento Bendini jbendini@ufpi.edu.br Maria Carolina Abreu mariacarolinabreu@hotmail.com Objetivou-se por meio do estudo avaliar o comportamento de coleta de abelhas africanizadas em flores de árvores de Nim no município de Picos, Piauí, Brasil. Para tanto, no período de fevereiro a dezembro de 2016, durante três dias consecutivos de cada mês, foi realizada uma avaliação da atividade de coleta das abelhas em 10 árvores de Nim em florescimento. Essa avaliação foi realizada anotando-se das 7 às 13h, a cada 2 horas, durante 5 minutos, em cada árvore: i. o número de abelhas africanizadas visitantes, ii. o (os) recurso(s) coletado(s), iii. a presença de outros visitantes e iv. os aspectos da biologia floral (antese, receptividade do estigma e odor). Como resultados, constatou-se que as árvores de Nim, nas condições climáticas do município de Picos, florescem e frutificam o ano todo. Essa árvore apresenta artifícios para atrair seus visitantes florais, como a liberação de odor intenso e a disponibilidade de pólen abundante durante o período de observação. Durante o período chuvoso na região, o número de abelhas visitantes (36) foi muito inferior ao período seco (282). Esses insetos permaneceram visitando as flores de Nim durante o período avaliado, com pico de visitação logo no primeiro horário de observação (7 às 8h), sendo o pólen o principal recurso coletado. Concluiu-se que as abelhas africanizadas visitam as flores de Nim para a coleta de recursos florais (pólen), que podem compor a dieta das colônias principalmente durante o período de escassez de flores no campo. 2021-03-03T14:11:44-03:00 Copyright (c) 2021 Orlaneide da Silva Brito et al. https://www.gvaa.com.br/revista/index.php/APB/article/view/7983 Comportamento social entre abelhas Apis mellifera e Tetragonisca angustula 2021-07-11T20:19:26-03:00 Marcus Vinicius Sandoval Paixão mvspaixao@gmail.com Eduardo Antonio Ferreira eduabelha22@gmail.com Polyana Pulcheira Paixão polyanapp@gmail.com Gustavo Miranda Cremonini gustavom.cremonini@gmail.com Rafaela Barreto Cazaroto Grobério rafaelacazaroto@gmail.com <p>As abelhas são insetos de grande utilidade para o homem, vivem em harmonia com a natureza e são os principais polinizadores das espécies florais, sendo as grandes responsáveis pela produção de alimentos do planeta. As espécies Apis mellifera L. e Tetragonisca angustula (Latreille, 1811) possuem capacidade de produção que podem ser comercializadas, porém criadas de maneiras distintas, com colmeias próprias desenvolvidas para cada espécie. Devido a este fato, surgiu o interesse em pesquisar se estas espécies de vidas sociais semelhantes, poderiam viver harmoniosamente em uma mesma colônia. A pesquisa foi realizada com o objetivo de avaliar a vida social entre as abelhas A. mellifera e T. angustula. O experimento utilizou dez colmeias de A. mellifera com população avaliada de aproximadamente 20.000 abelhas, com um ninho com dez quadros uma melgueira com dez quadros e tela excluidora. Na melgueira foram retirados cinco quadros e introduzidos no espaço dos quadros um enxame de abelhas Jataí (T. angustula) com avaliação populacional de aproximadamente 1.000 abelhas. Seis meses após o preparo das colmeias foi avaliado a sociabilidade entre as espécies estudadas e a evolução dos enxames preparados, considerando a quantidade de alimentos armazenados, o número estimado de abelhas e o espaço reservado a cada enxame. Os dados extraídos da pesquisa mostram que as abelhas A. mellifera e T. angustula podem viver harmoniosamente em um mesmo espaço, sem ocorrência de interferência entre os enxames.</p> 2021-05-23T11:41:52-03:00 Copyright (c) 2021 Marcus Vinicius Sandoval Paixão et al.