https://www.gvaa.com.br/revista/index.php/RBGA/issue/feed Revista Brasileira de Gestão Ambiental 2022-06-17T11:19:07-03:00 Aline Carla de Medeiros alinemedeiros.rbga@gmail.com Open Journal Systems <p>A Revista Brasileira de Gestão Ambiental, registrada no ISSN sob o número 2317-3122, pertencente ao GVAA - Grupo Verde de Agroecologia e Abelhas, que tem como objetivo de promover um espaço de divulgação de artigos científicos para promover a disseminação do conhecimento de uma forma, eficiente, segura e dinâmica. Tendo seu primeiro volume publicado em 2007, sendo atualmente editados, em quatro volumes anuais no formato eletrônico, destinando-se à divulgação de artigos técnico e ou científicos, originais e inéditos, elaborados em Português, Inglês ou Espanhol. Sendo ainda possível a avaliação de outras contribuições nas modalidades de revisão de literatura, nota prévia e carta ao Editor em forma de sugestões, comentários e críticas sobre as publicações. Para tornar possível, um bom trabalho nesta área utilizamos o software para revistas eletrônicas Open Journal Systems (<em>OJS</em>)&nbsp;<em>&nbsp;desenvolvido pelo&nbsp;</em>Public Knowledge Project (PKP), sob a orientação de uso pelo&nbsp;<a href="http://www.ibict.br/">Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT)</a>&nbsp;e da Associação Brasileira de Editores Científicos (ABEC).</p> <p>Atualmente, a&nbsp;Revista Brasileira de Gestão Ambiental RBGA está indexada nas seguintes bases de dados:&nbsp;</p> <p><a href="https://diadorim.ibict.br/handle/1/728">Diadorim</a>;&nbsp;<a href="https://dialnet.unirioja.es/servlet/revista?codigo=23284">Dialnet</a>;&nbsp;<a href="http://ezb.uni-regensburg.de/detail.phtml?bibid=AAAAA&amp;colors=7&amp;lang=en&amp;jour_id=201785">EZ3</a>;&nbsp;<a href="https://scholar.google.com.br/citations?user=BBdRjoUAAAAJ&amp;hl=pt-BR">Google Acadêmico</a>;<a href="https://www.latindex.org/latindex/ficha?folio=21947">&nbsp;Latindex</a>;&nbsp;<a href="http://antigo.cnen.gov.br/centro-de-informacoes-nucleares/livre">LivRe</a>;&nbsp;<a href="http://www-periodicos-capes-gov-br.ez345.periodicos.capes.gov.br/index.php?option=com_pmetabusca&amp;mn=70&amp;smn=78&amp;sfx=buscaRapida&amp;type=p&amp;Itemid=125">Portal de Periodicos da CAPES</a>;&nbsp;<a href="https://redib.org/Record/oai_revista1866-revista-de-gest%C3%A3o-ambiental-e-sustentabilidade--geas">Redib</a>. Estes indexadores nacionais e internacionais têm como objetivo aumentar a visibilidade e o impacto dos artigos publicados pela revista.</p> <p>&nbsp;</p> <p>Endereço eletrônico: <a href="https://www.gvaa.com.br/revista/index.php/RBGA">https://www.gvaa.com.br/revista/index.php/RBGA</a></p> https://www.gvaa.com.br/revista/index.php/RBGA/article/view/7757 Ecoponto móvel: uma alternativa viável para pequenos geradores de resíduos no município de Goiânia – GO, Brasil 2022-01-20T15:14:57-03:00 Matheus Messias de Oliveira messyas023@gmail.com Wellington Heberling de Oliveira wellingtonheberling@gmail.com <p>Um dos indicadores significativos do modo de vida moderno, baseado na posse de “coisas”, próprio da sociedade industrial e capitalista é a presença constante de resíduos. Esse resíduo é comumente descartado em locais inadequados, que degrada o meio ambiente. Induzindo a administração pública a se atentar com os pequenos geradores, sendo estes responsáveis por uma significativa parcela na geração de resíduos no município. Com a chegada da Lei 12.305/2010 que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos, os administradores buscam ações que possam solucionar e atender o que preconiza a referida Lei. O trabalho objetivou testar a viabilidade de implantação de uma unidade piloto de Ecoponto Móvel, que receba a entrega voluntária de resíduos dos pequenos geradores no município de Goiânia, Goiás, Brasil. O presente trabalho foi desenvolvido pela Gerência de Politicas de Manejo de Resíduos Sólidos (GERPMR) da Agência Municipal do Meio Ambiente (AMMA) da Prefeitura do Município de Goiânia, no qual foi constituído em 3 etapas, sendo a primeira realizada o diagnóstico da situação de resíduos em Goiânia-GO, segunda a pesquisa de clima sobre o tema resíduos, coleta pública e ecoponto, e, terceira avaliações de alternativas de destinação de resíduos e viabilidade de implantação de um ecoponto para pequenos geradores no município. Os resultados obtidos foram de grande satisfação em relação à viabilidade e necessidade da implantação de um Ecoponto Móvel, a população ficou satisfeita com a alternativa, onde eles alegam que o descarte inadequado ocorre por conta da coleta pública não atender a demanda e a falta de pontos de descarte adequados no município. Portanto, concluiu-se que o Ecoponto Móvel é uma alternativa viável para pequenos geradores resíduos, podendo atender vários setores de um município, mas necessita do apoio dos setores privado e público para o desenvolvimento do projeto por completo.</p> 2022-01-20T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Matheus Messias de Oliveira, Wellington Heberling de Oliveira https://www.gvaa.com.br/revista/index.php/RBGA/article/view/9280 Avaliação do papel ecológico das reservas legais da Mata Atlântica da Bahia determinado pelo uso do solo 2022-06-17T11:19:07-03:00 Egberto Tourinho de Melo egberto.melo@gmail.com Antoine OHC Leduc a.leduc@squ.edu.om Elaine Cristina Cambui Barbosa elianebarbosa@ufba.com Rodrigo Nogueira Vasconcelos rnv@uefs.br <p>As reservas legais (RL) constituem um dos principais instrumentos governamentais para a conservação dos ecossistemas brasileiros. As RL ocorrem nas propriedades privadas e auxiliam na preservação de processos ecológicos além de promover a conservação da biodiversidade pela manutenção de habitat. Em biomas degradados e fragmentados como a Mata Atlântica, as RL são essenciais para a conservação destes. Para serem instrumentos eficazes, as RL devem abrigar habitat com valor ecológico (e.g., vegetação nativa). Portanto, é essencial determinar o grau de sobreposição entre a localização das RL cadastradas, e uso/cobertura do solo com valor ecológico que as mesmas abrigam. O não cumprimento desse requerimento (e.g., RL abrigando áreas de pastagem) leva a perda da função de conservação ambiental. Aqui, utilizamos dados das RL cadastradas no Cadastro Ambiental Rural (CAR) de 2014 a 2019 no bioma Mata Atlântica da Bahia. Esses dados foram sobrepostos ao mapeamento de uso/cobertura do solo desenvolvido pelo Projeto de Mapeamento Anual da Cobertura e Uso do Solo (MapBiomas) para determinar qual proporção das RL é inserida em uma paisagem com valor ecológico. No total, foram consideradas 7.941 RL, sendo 35% da área cadastrada das mesmas (240K ha) ocupada por categorias de cobertura do solo com baixo valor de conservação, incluindo pastagem, áreas não vegetadas e/ou degradadas. Ademais, os resultados apontam a uma redução ao longo do tempo na proporção da área de vegetação nativa que é abrigada pelas RL. Tais fatos evidenciam uma inadequação no estabelecimento das RL nas propriedades privadas do bioma da Mata Atlântica na Bahia.</p> 2022-06-17T11:18:11-03:00 Copyright (c) 2022 Egberto Tourinho de Melo, Antoine OHC Leduc, Elaine Cristina Cambui Barbosa, Rodrigo Nogueira Vasconcelos