https://www.gvaa.com.br/revista/index.php/RBGA/issue/feed Revista Brasileira de Gestão Ambiental 2021-09-21T19:38:00-03:00 Aline Carla de Medeiros alinemedeiros.rbga@gmail.com Open Journal Systems <p>A Revista Brasileira de Gestão Ambiental, teve seu inicio em 2007 na UFERSA - Universidade Federal Rural do Semi-Árido, sob a responsabilidade do GVAA - Grupo Verde de Agroecologia e Abelha, com o apoio do Grupo Verde de Agricultura Alternativa em Mossoró - RN, Atualmente funcionamos em Pombal, Paraíba.</p> https://www.gvaa.com.br/revista/index.php/RBGA/article/view/8364 Impactos socioambientais do rompimento de barragens de rejeitos de mineração no Estado de Minas Gerais 2021-09-16T10:01:51-03:00 Júlia de Azevedo Oliveira ju_azevedo13@hotmail.com Sady Júnior Martins da Costa de Menezes sadymenezes@gmail.com Talita Santiago Lopes talitalopes18@gmail.com Fábio Souto de Almeida fbio_almeida@yahoo.com.br O objetivo foi avaliar os impactos socioambientais causados pelo rompimento de barragens de contenção de rejeitos de mineração no Estado de Minas Gerais, nos anos de 2015 (Mariana) e 2019 (Brumadinho). Foram listadas as alterações ambientais constatadas e previstas. Constatou-se a degradação da paisagem e da qualidade da água, o assoreamento e a alteração da vazão de cursos d’água. No meio biológico observou-se a destruição de áreas de reprodução de peixes, redução da área coberta por vegetação nativa e perda de biodiversidade. Houve a redução da disponibilidade de água para a população, perda de vidas humanas, aumento da incidência de doenças, redução da renda, da disponibilidade de empregos e de atividades econômicas. Para minimizar tais impactos, sugere-se implementar reflorestamentos, apoio institucional aos cidadãos afetados, incentivo às atividades econômicas locais e medidas de proteção à biodiversidade. Para evitar futuros desastres indica-se a construção das barragens com melhores tecnologias, escolha da localização geográfica mais segura e ampliar o conhecimento das características do local da construção. É necessário realizar o treinamento da população para evacuação da área de risco e ter um sistema de alerta de rompimento eficiente. Dentre as medidas sugeridas, as ações preventivas são prioritárias. 2021-09-16T09:57:22-03:00 Copyright (c) 2021 Júlia de Azevedo Oliveira, Sady Júnior Martins da Costa de Menezes, Talita Santiago Lopes, Fábio Souto de Almeida https://www.gvaa.com.br/revista/index.php/RBGA/article/view/8004 Revisão sistemática: potencial farmacológico das plantas 2021-09-17T08:53:01-03:00 Lázaro Henrique Pereira adm.lazarohenrique@hotmail.com Raylla Ferreira de Oliveira Ferreira de Oliveira rayllaoliveira8@gmail.com Gilvânia Pereira da Costa Pereira da Costa gilvaniatk@gmail.com <p>As plantas apresentam diversas capacidades farmacológicas utilizadas a séculos pelos humanos, a sua capacidade terapêutica possibilitou o desenvolvimento da sociedade tanto para o uso de produtos naturais, como também a extração do seu princípio ativo para a fabricação de medicamentos. Objetivando produzir um levantamento bibliográfico a respeito do potencial medicinal das plantas, foi realizado uma busca na base de dados cientificas da <em>Scielo</em>, utilizando os descritores: <em>pharmacological </em>e<em> plants</em>, limitando a busca às pesquisas nacionais no período de 2015 a 2020 na área de ciências da saúde, pois a mesma apresentava um maior numero de estudos de interesse. Através da pesquisa, identificou-se diversos potenciais farmacológicos das plantas, como atividades anti-inflamatória, analgésica, antimicrobiana e até proteção de lesões causadas por medicamentos sintéticos. Portando, concluiu-se que o uso farmacológico das plantas, por apresentar baixa toxicidade e menores efeitos colaterais, é imprescindível para o bem estar dos seres humanos, principalmente quando o acesso da saúde é escasso ou no caso de doenças que não possuem um tratamento científico especifico.</p> 2021-09-17T08:43:02-03:00 Copyright (c) 2021 Lázaro Henrique Pereira, Raylla Ferreira de Oliveira Ferreira de Oliveira, Gilvânia Pereira da Costa Pereira da Costa https://www.gvaa.com.br/revista/index.php/RBGA/article/view/8595 A produção da cerâmica vermelha e os impactos ambientais no município de Parelhas-RN 2021-09-19T21:35:12-03:00 Flávia Priscila Dantas flaviapricila@hotmail.com Joel Silva dos Santos joelgrafia.santos@gmail.com <p>O presente trabalho busca verificar os impactos ambientais gerados pela atividade de extração da cerâmica vermelha na região do município de Parelhas-RN. A pesquisa procura compreender a relação entre esta atividade econômica, os impactos ambientais e o processo de desertificação na região. Para a realização da pesquisa, inicialmente foi realizado um levantamento bibliográfico à respeito da temática em questão. Posteriormente, foi feito o reconhecimento de campo para definição da área de estudo e investigação <em>in locu</em>.&nbsp; Foram selecionadas duas empresas ceramistas da região para verificar o processo de produção e os impactos ambientais provenientes desta atividade econômica. Para a identificação e caracterização dos impactos ambientais <em>in locu</em> foi utilizada a Matriz de Leopold (1971) adaptada, seguido do registro fotográfico em campo. Em seguida, os impactos ambientais foram caracterizados e classificados em função dos sistemas ambientais impactados na região.&nbsp; Ao mesmo tempo em que as atividades ceramistas contribuem para o desenvolvimento econômico da região, elas também potencializam a instalação do processo de desertificação através dos impactos ambientais adversos no meio físico e biológico. Dessa forma, faz-se necessário o planejamento ambiental desta atividade econômica na região levando em consideração os princípios da sustentabilidade socioambiental e a legislação ambiental.</p> 2021-09-19T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Flávia Priscila Dantas, Joel Silva Dos Santos https://www.gvaa.com.br/revista/index.php/RBGA/article/view/8534 Rede hidrométrica na bacia hidrográfica Tocantins-Araguaia 2021-09-21T19:38:00-03:00 Sâmyra Silva Lima myra.lima.07533@gmail.com Glauber Epifanio Loureiro epfanio@uepa.br <p>A rede hidrográfica é a base de toda atividade de gestão de recursos hídricos sendo fundamental para desenvolvimento da bacia e conservação dos recursos naturais. O objetivo do presente estudo é analisar a rede de monitoramento quali-quantitativo existente na bacia hidrográfica Tocantins-Araguaia. O levantamento de dados foi realizado no ano de 2018 junto à Rede Hidrometeorológica Nacional da Agência Nacional de Águas – ANA, obtidos a partir do seu portal Hidroweb. Através das análises foram identificadas 1.254 estações pluviométricas e fluviométricas já instaladas e apenas 895 ativas. Com exceção da sub-bacia 29 todas as outras apresentam dados com mais de 33% no período de séries de 40 anos. A RHTA apresenta uma carência de postos hidrométricos, visto que, possui 2000 km de área por estação, conforme as normas da WMO o limite minímo é 600-900.</p> 2021-09-21T19:35:17-03:00 Copyright (c) 2021 Sâmyra Silva Lima, Glauber Epifanio Loureiro