Qualidade decultivar de cana-de-açúcar, sob formas de colheita e tempos de amostragem

Uriel Calisto Moura Pessôa, Wemerson Silva Oliveira, Anielson dos Santos Souza, Thiago Alves Pimenta, Alberto de Andrade Soares Filho

Resumo


Objetivou-se avaliar as formas de colheita e o tempo em que a cana-de-açúcar pode permanecer no campo sem que ocorram perdas na qualidade da matéria prima para processamento industrial.O experimento foi instalado na fazenda Espírito Santo pertencente à Companhia Usina São João, localizada na Zona da Mata paraibana. Foram realizadas três formas de colheita (FC): A FC-1 refere-se à cana-de-açúcar in natura; A FC-2 refere-se à cana-de-açúcar que passou por um processo de queima; A FC-3 refere-se à cana-de-açúcar que passou pelo processo de queima, sendo cortadas determinadas horas após a queima (0, 12, 24, 36, 48, 60, 72, 84, 96, 108 e 120 horas). As amostras foram analisadas no Laboratório de Pagamento de Cana pelo Teor de Sacarose (LPCTS) da Companhia Usina São João. Os Parâmetros tecnológicos da cana-de-açúcar que foram analisados são: Sólidos solúveis - °Brix (%), Teor de sacarose - Pol (%), Fibra industrial (%), Pureza (%) e Açucares Redutores Totais– (ART kg/t). O melhor comportamento foi verificado na CF-1, com superioridade nos parâmetros, °Brix (%), Pol (%), Pureza (%), ATR e menor comportamento no parâmetro PB (%). O melhor tempo entre a colheita e processamento para as formas de colheitas CF-1 e CF-2 é de período 36 horas.

 


Palavras-chave


Cultivar BR92579, Pós-Colheita, Deterioração

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DOI: http://dx.doi.org/10.18378/rvads.v11i5.4611

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