BIODIGESTORES: ESTADO DA ARTE, SUAS PERSPECTIVAS E DESAFIOS

  • Sanduel Oliveira de Andrade Universidade Federal de Campina Grande
  • Andréa Maria Brandão Mendes de Oliveira Universidade Federal de Campina Grande
  • Luiz Fernando de Oliveira Coelho Universidade Federal de Campina Grande
Palavras-chave: sustentabilidade, gestão ambiental, digestão anaeróbia, biogás.

Resumo

Objetiva-se com esta pesquisa avaliar o uso de biodigestores em seu estado da arte, abrangendo os substratos utilizados e os produtos gerados. O levantamento literário ocorreu no período de julho a agosto de 2017 e consistiu em uma revisão sistemática, utilizando como fonte de dados a literatura científica sobre determinado tema, priorizado as pesquisas mais recentes. São várias as tecnologias que tem sido desenvolvida no intuito de gerar energia, dentre elas os biodigestores, que são capazes de produzir biogás a partir da decomposição de material orgânico em ambientes anaeróbicos. Os principais tipos de biodigestores utilizados são o chinês e o indiano, sendo este último mais viável em termos de custos e eficiência. Foi possível observar que o processo de digestão anaeróbia de compostos orgânicos por meio de biorreatores é uma opção viável, tanto para tratar os resíduos orgânicos oriundos de diversas atividades, bem como para a geração de subprodutos, tais como eletricidade, biogás e fertilizantes, tornando necessária a realização de demais pesquisas que visem otimizar a eficiência dos biorreatores, com utilização dos mais diversos substratos, capazes de gerar um subproduto com maior grau de pureza, como o biogás, ou nutricional, com eliminação de compostos tóxicos e/ou patógenos. 

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Biografia do Autor

Sanduel Oliveira de Andrade, Universidade Federal de Campina Grande
Engenheiro Agrônomo, mestre em Sistemas Agroindustrias pela Universidade Federal de Campina Grande.
Publicado
2017-08-16
Seção
ARTIGOS DE REVISÃO

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