MATURAÇÃO FISIOLÓGICA DE TOMATE CEREJA

  • Shênia Santos Monteiro Universidade Federal de Campina Grande
  • Shirley Santos Monteiro Universidade Federal da Paraíba Centro de Ciências Humanas Sociais e Agrárias
  • Elnatan Alves da Silva Universidade Federal da Paraíba Centro de Ciências Humanas Sociais e Agrárias
  • Laesio Pereira Martins Universidade Federal da Paraíba Centro de Ciências Humanas Sociais e Agrárias

Resumo

O tomate é um dos frutos mais produzidos e consumidos no Brasil, em decorrência das características sensoriais e nutricionais. Porém, possui alta perecibilidade, o que se deve, principalmente ao estágio de maturação dos frutos, influenciando diretamente na sua vida pós-colheita e na escolha por parte do consumidor. Diante disso, o presente trabalho teve como objetivo avaliar os compostos bioativos do tomate cereja em função dos estádios de maturação. O experimento foi realizado no Setor de Agricultura da Universidade Federal da Paraíba, Campus-III, Bananeiras-PB. Foi utilizado o delineamento inteiramente casualizado, com quatro repetições. Foram avaliadas as variáveis: cor, ácido ascórbico (mg.100.g-1), clorofila a e b (mg.100.g-1), licopeno (mg.100.g-1) e

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Shênia Santos Monteiro, Universidade Federal de Campina Grande
Engenheira de Alimentos

Referências

Bianchini, F. G., Balbi, R. V., Pio, R., Silva, D. F. D., Pasqual, M., Boas, V., Barros, E. V. (2016). Morphological and chemical characterization of the fruits of cambuci fruit tree. Bragantia, v. 75, n. 1, p. 10-18.

Brand-Williams, W.; Cuvelier, M. E.; Berset, C. (1995). Use of a free radical method to evaluate antioxidant activity. Lebensmittel-Wissenschaft and Technologie, v. 28, p. 25-30.

Bohn, T.; Blackwood, M.; Francis, D.; Tian, Q.; Schwartz, S. J.; Clinton, S. K. (2013). Bioavailability of phytochemical constituents from a novel soy fortified lycopene rich tomato juice developed for targeted cancer prevention trials. Nutrition and cancer, v. 65, n. 6, p. 1-20.

Cavalini, F. C.; Jacomino, A. P.; Trevisan, M. J.; Miguel, A. C. A. (2015). Harvest time and quality of kumagai and paluma guavas. Brasileira Fruticultura, v. 37 n. 1. p. 64-72.

Clemente, F. M. V. T.; Boiteux, L. S. (2012). Produção de tomate para processamento industrial. Brasília: EMBRAPA, 344 p.

Cox, H. E.; Pearson, D. (1976). Técnicas de laboratório para el analisis de alimentos. Zaragoza: Acríbia, 331 p.

Couto, M. A.; Canniatti-Brazaca, S. G. (2010). Quantificação de vitamina C e capacidade antioxidante de variedades cítricas. Ciência e Tecnologia de Alimentos, v. 30, p. 15-19.

Del Aquila, J. S.; Sasaki, F. F.; Heiffig, L. S.; Ortega, E. M. M.; Jacomino, A. P.; Klugr, R. A. (2006). Fresh-cut radish using different cut types and storage temperatures. Postharvest Biology and Technology, v. 40, p. 149-154.

Demiray, E., Tulek, Y. Yilmaz, Y. (2013). Degradation kinetics of lycopene, β- carotene and ascorbic acid in tomatoes during hot air drying. LWT - Food Science and Technology, v. 50, p. 172-176.

Ferreira, S. M. R.; Quadros, D. A.; Karkle, E. N. L.; Lima, J. J.; Tullio, L. T.; Freitas, R. J. S. (2010). Qualidade pós-colheita do tomate de mesa convencional e orgânico. Ciência e Tecnologia de Alimentos, v. 30, n. 4, p. 858- 864.

Frusciante, L.; Carli, P.; Ercolano, M. R.; Pernice, R.; Matteo, A. D.; Fogliano, V.; Pellegrini, N. (2007). Antioxidant nutritional quality of tomato. Molecular Nutrition Food Research, v. 51, p. 609-617.

Gonzalez-Aguilar, G. A.; Villa-Rodriguez, J. A.; Ayala-Zavala, J. F.; Yahia, E. M. (2010). Improvement of the antioxidant status of tropical fruits as a secondary response to some postharvest treatments. Trends in Food Science and Technology, v. 21, n. 10, p. 475-482.

Han, Y.; Han, S.; Ban, Q.; He, Y.; Jin, M.; Rao, J. Overexpression of persimmon DkXTH1 enhanced tolerance to abiotic stress and delayed fruit softening in transgenic plants. Plant Cell Reports, v. 36, n. 4, p. 583-596, 2017.

Kotíková, Z.; Lachman, J.; Hejtmánková, A.; Hejtmánková, K. (2011). Determination of antioxidant activity and antioxidant content in tomato varieties and evaluation of mutual interactions between antioxidants. LWT - Food Science and Technology, v. 44, p. 1703-1710.

Liu, H. Meng, F.; Miao, H.; Chen, S.; Yin, T.; Hu, S.; Shao, Z.; Liu, Y.; Gao, L.; Zhu, C.; Zhang, B.; Wang, Q. (2018). Effects of postharvest methyl jasmonate treatment on main health-promoting components and volatile organic compounds in cherry tomato fruits. Food chemistry, v. 263, p. 194-200.

Malacrida, C.; Vale, E. M.; Boggio, S. B. (2006). Postharvest chilling induces oxidative stress response in the dwarf tomato cultivar Micro-Tom. Physiologia Plantarum, v. 127, p. 10-18.

Melo, N. C.; Souza, L. C. de; Silva, V. F.A.; Gomes, R. F.; Oliveira Neto, C. F. de; Costa, D. L. P. (2014). Cultura de tomate (Solanum lycopersicum) hidropónica bajo diferentes niveles de fósforo y potasio en solución nutritiva. Agroecossistemas, v. 6, n. 1, p. 10-16.

Mladenovic, J.; Acamovic - Đokovic, G.; Pavlovic, R.; Zdravkovic, M.; Girek, Z.; Zdravkovic, J. (2014). The biologically active (bioactive) compounds in tomato (Lycopersicon esculentum Mill.) as a function of genotype. Bulgarian Journal of Agricultural Science, v. 20, n. 4, p. 877-882.

Nagata M.; Yamashita I. (1992). Simple method for simultaneous determination of chlorophyll and carotenoids in tomato fruit. Journal of Japan Society of Nutrition and Food Sciences, v. 39, p. 925-928.

Ray, R. C.; El Sheikha, A. F.; Panda, S. H.; Montet, D. (2011). Anti-oxidant properties and other functional attributes of tomato: An overview. International Journal of Food and Fermentation Technology, v. 1, n. 2, p. 139-148.

Rufino, M. S. M.; Alves, R. E.; Brito, E. S.; Morais, S. M.; Sampaio, C. G.; Pérzjiménez, J.; Saura-Calixto, F. D. (2007). Metodologia cientifica: Determinação da atividade antioxidante total em frutas pela captura do radical livre DPPH. EMBRAPA: Comunicado Técnico, 127 p.

Kaur, C.; Walia, S.; Nagal, S.; Walia, S.; Singh, J.; Singh, B. B.; Saha, S.; Singh, B.; Kalia, P.; Jaggi, S. (2013). Functional quality and antioxidant composition of selected tomato (Solanum lycopersicon L) cultivars grown in Northern India. LWT - Food Science and Technology, v. 50, n. 1, p. 139-145.

Sousa, I. M.; Garcia, L. G. C.; Peixoto, J. V. M.; Nascimento, L. M.; Silva Neto, C. M.; Pontes, N. C. (2015). Avaliação do diâmetro e dos parâmetros a*, b*, L* e croma em tomateiro industrial. IV Congresso Estadual de Iniciação Científica do IF Goiano, 2 p.

Streit, N. M.; Canterle, L. P.; Canto, M. W.; Hecktheuer, L. H. H. (2005). As clorofilas. Ciência Rural, v. 35, n. 3, p. 748-755.

Tapiero, H.; Townsend, D. M.; Tew, K. D. (2004). The role of carotenoids in the prevention of human pathologies. Biomedicine and Pharmacotherapy, v. 58, p. 100-110.

Taiz, L.; Zeiger, E.; Moller, I. M.; Murphy, A. (2017). Fisiologia e desenvolvimento vegetal, 6 eds., p. 731.

Waterhouse A. L. (2002). Determination of total phenolics, in Current Protocols in Food Analytical Chemistry, p. 111-118.

Vasconcelos, T. B.; Cardoso, A. R. N. R.; Josino, J. B.; Macena, R. H. M.; Bastos, V. P. D. (2014). Radicais livres e antioxidantes: Proteção ou perigo? Científica Ciências Biológicas e da Saúde, v. 16, n. 3, p. 213-219.

Yang, L.; Huang, W.; Xiong, F.; Xian, Z.; Su, D.; Ren, M.; Li, Z. (2017). Silencing of SIPL, which encodes a pectate lyase in tomato, confers enhanced fruit firmness, prolonged shelf-life and reduced susceptibility to grey mould. Plant Biotechnology Journal, p. 1544-1555.

Publicado
2018-12-30
Como Citar
Monteiro, S. S., Monteiro, S. S., Silva, E. A. da, & Martins, L. P. (2018). MATURAÇÃO FISIOLÓGICA DE TOMATE CEREJA. Revista Brasileira De Agrotecnologia, 8(3), 05-09. Recuperado de https://www.gvaa.com.br/revista/index.php/REBAGRO/article/view/6265
Seção
Artigos

Artigos mais lidos pelo mesmo (s) autor (es)