Pasto Melitófilo e Manejo Multiespécies de Abelhas Nativas

Autores

  • Carlos Alberto Lins Cassimiro INSA - Instituto Nacional do Semiarido
  • Monique Barreto Santos INSA - Instituto Nacional do Semiarido
  • Carlos Ticiano Coutinho Ramos INSA - Instituto Nacional do Semiarido
  • Daniel Santiago Pereira Embrapa Amazônia Oriental
  • Aline Carla de Medeiros PPGGSA/CCTA/UFCG - Pombal - PB
  • Ana Paula Pereira Medeiros Brito INSA - Instituto Nacional do Semiarido
  • Everaldo Gomes da Silva INSA - Instituto Nacional do Semiarido
  • Patricio Borges Maracaja INSA - Instituto Nacional do Semiarido

Resumo

A urbanização e a fragmentação dos habitats naturais no semiárido do Cariri Paraibano impõem severa pressão sobre os polinizadores nativos da Caatinga. Como resposta a esse cenário, esta cartilha apresenta o Pasto Melitófilo Urbano e Periurbano como uma estratégia pioneira de infraestrutura verde e refúgio ecológico. Através do plantio planejado de espécies botânicas nativas (arbóreas, arbustivas e forrageiras) com floração adaptada à irregularidade climática e à seca, o projeto viabiliza o manejo multiespécies de abelhas sem ferrão (meliponíneos). Os benefícios estendem-se à conservação de espécies ameaçadas, ao conforto térmico urbano, à educação ambiental e ao fortalecimento da bioeconomia regional por meio da produção de mel medicinal e subprodutos de alto valor agregado. Adicionalmente, o guia oferece um passo a passo prático para a instalação de meliponários, zoneamento de colmeias e mitigação de impactos na estiagem, consolidando um modelo de resiliência climática e sustentabilidade para o sertão.

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Publicado

2026-08-29

Como Citar

Cassimiro, C. A. L., Santos, M. B., Ramos, C. T. C., Pereira, D. S., Medeiros, A. C. de, Brito, A. P. P. M., … Maracaja, P. B. (2026). Pasto Melitófilo e Manejo Multiespécies de Abelhas Nativas. Informativo Técnico Do Semiárido, 20(2). Recuperado de https://www.gvaa.com.br/revista/index.php/INTESA/article/view/12380