Cybersquatting e direito de propriedade
DOI:
https://doi.org/10.18378/rbfh.v14i4.11736Keywords:
Inteligência Artificial; Gestão Escolar; Inclusão; Automação; Políticas Públicas.Abstract
A incorporação da Inteligência Artificial (IA) à gestão escolar tem sido amplamente discutida na literatura acadêmica brasileira entre 2020 e 2025, impulsionada por demandas de inovação, eficiência e inclusão. Este artigo analisa oito estudos recentes sobre o uso da IA na administração escolar, identificando soluções, desafios e limitações apontadas pelos autores. As principais soluções envolvem a automação de tarefas administrativas, otimização de recursos, apoio à tomada de decisão baseada em dados e personalização do ensino. No entanto, persistem obstáculos como dependência de infraestrutura tecnológica, necessidade de políticas públicas inclusivas, formação continuada dos profissionais e riscos de ampliação das desigualdades sociais. A literatura destaca ainda lacunas quanto à participação democrática e à inclusão de grupos vulneráveis nos processos mediados por IA, além da necessidade de mitigação de vieses algorítmicos e garantia da mediação humana. Conclui-se que a adoção responsável da IA na gestão escolar requer políticas públicas robustas, investimento em infraestrutura, formação permanente e participação social efetiva para evitar a ampliação de fragilidades já existentes no sistema educacional brasileiro.
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