Sobrecarga Laboral e Adoecimento Psíquico nas Relações Contemporâneas de Trabalho e Produtividade
DOI:
https://doi.org/10.18378/rebes.v16i1.12178Resumo
A intensificação das dinâmicas produtivas contemporâneas tem contribuído significativamente para o aumento dos índices de adoecimento mental relacionados ao trabalho. A crescente exigência por desempenho, produtividade e disponibilidade contínua tem provocado impactos expressivos na saúde psíquica dos trabalhadores, especialmente em contextos marcados por pressão organizacional, jornadas excessivas e precarização das relações laborais. Nesse contexto, o presente estudo objetiva analisar os impactos da sobrecarga de trabalho na saúde mental, observando fatores desencadeadores, consequências psicossociais e mecanismos institucionais de prevenção. A pesquisa possui natureza qualitativa, bibliográfica e descritiva, fundamentando-se em produções científicas, legislações e estudos contemporâneos acerca da saúde ocupacional. Verifica-se que a sobrecarga laboral favorece o desenvolvimento de transtornos emocionais, ansiedade, estresse crônico, síndrome de burnout e comprometimento da qualidade de vida, exigindo políticas organizacionais voltadas à proteção da dignidade humana e do equilíbrio psicossocial no ambiente profissional.
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