Uso de plantas medicinais no tratamento de infecções ginecológicas: revisão de literatura e perspectivas para a fitoterapia no SUS

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Resumen

As infecções ginecológicas, como candidíase vulvovaginal e vaginose bacteriana, constituem um dos principais agravos à saúde feminina, impactando significativamente a qualidade de vida e os serviços de saúde pública. Embora os tratamentos convencionais sejam eficazes, cresce o interesse pelo uso de plantas medicinais como alternativas terapêuticas acessíveis, de baixo custo e culturalmente enraizadas. Este estudo, de caráter bibliográfico integrativo, analisou evidências recentes sobre o uso de plantas medicinais no tratamento dessas infecções e sua inserção no Sistema Único de Saúde (SUS). Contudo, persistem limitações como a escassez de ensaios clínicos em larga escala, a ausência de padronização e os riscos do uso inadequado, incluindo toxicidade e interações medicamentosas. No âmbito regulatório, destacam-se a atuação da ANVISA e iniciativas como a Farmácia Viva, que aproximam saber popular e ciência. Conclui-se que as plantas medicinais representam recurso promissor no cuidado ginecológico, mas sua consolidação requer rigor científico, capacitação profissional e fortalecimento de políticas públicas.

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Publicado

2026-01-29

Cómo citar

Mariz, G. P. R., Mariz, F. V. P., & Santana, C. F. D. de. (2026). Uso de plantas medicinais no tratamento de infecções ginecológicas: revisão de literatura e perspectivas para a fitoterapia no SUS. Revista Brasileira De Direito E Gestão Pública, 13(4), 0348–0373. Recuperado a partir de https://www.gvaa.com.br/revista/index.php/RDGP/article/view/11972

Número

Sección

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