Fertilización orgánica y osmorreguladores como estrategias para mitigar el estrés salino en sandía
DOI:
https://doi.org/10.18378/rvads.v20i1.11271Palabras clave:
Citrullus lanatus, Salinidad, Estiércol de ganado, SemiáridoResumen
El riego ha sido considerado una alternativa para el desarrollo socioeconómico de regiones semiáridas. Sin embargo, cuando se utiliza de forma inadecuada, puede favorecer la salinización del suelo y la degradación de los recursos hídricos y del suelo. Por tanto, el objetivo de este trabajo fue evaluar el efecto de la fertilización orgánica, nítrica y la aplicación exógena de prolina en la reducción de los efectos negativos en los cultivos de sandía regados con agua salina. El experimento se realizó, en condiciones de campo, en el municipio de São João do Rio do Peixe - Paraíba, utilizando el híbrido de sandía “Quetsali”. El diseño experimental utilizado fue bloques aleatorios, en un esquema factorial 2 x 2 x 2, con cuatro réplicas. Los tratamientos consistieron en dos dosis de estiércol de ganado (0 y 20 t ha-1), dos niveles de salinidad del agua de riego (0,3 y 4,0 dS m-1) y dosis de los osmorreguladores prolina (5 mmol L-1) y N en forma de nitrato de potasio (5 mmol L-1). El uso de agua con baja conductividad eléctrica (0,3 dS m-1) fue más eficiente en la mejora de los parámetros fisiológicos, de crecimiento y producción en plantas de sandía en comparación con el agua con alta concentración de sal (4,0 dS m-1). La prolina fue más eficiente que el KNO3 en el proceso de osmorregulación de la sandía al proporcionar mayor desempeño en la fotosíntesis, concentración de CO2 intercelular, número de hojas y producción de sandía. El estiércol provocó cambios fisiológicos, morfológicos y productivos en plantas de sandía regadas con agua salina.
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