Administração, Trabalho e Ressocialização: o impacto das atividades agroindustriais na reinserção social
DOI:
https://doi.org/10.18378/rbfh.v14i3.11529Palavras-chave:
Sustentabilidade; Atividades agroindustriais; Ressocialização.Resumo
A pesquisa realiza a conexão entre a reintegração de prisioneiros à sociedade e práticas sustentáveis. Nesta senda, a meta é analisar os efeitos ambientais dessas atividades e as condições estruturais que afetam seu progresso, sugerindo aprimoramentos que estejam em consonância com o cenário socioambiental. O procedimento mescla pesquisa bibliográfica, exploratória e de campo, utilizando uma metodologia qualitativa aliada a um estudo de caso. A obtenção das informações será feita através de entrevistas semiestruturadas e questionários enviados aos participantes, juntamente com uma revisão de literatura recente. A avaliação foi realizada através de métodos de análise de conteúdo, com o objetivo de reconhecer desafios, oportunidades e conformidade com as políticas públicas. Espera-se como resultado a identificação dos impactos ambientais das atividades agroindustriais e das condições de acesso, propondo estratégias que equilibrem ressocialização, sustentabilidade e benefícios econômicos locais. Desta forma, a pesquisa oferece subsídios para políticas públicas focadas na reintegração social, auxiliando na ciência e no desenvolvimento socioeconômico.
Referências
AGÊNCIA PARÁ. Produção agrícola é destaque no sistema penal, com diversas atividades laborais. Belém, 26 jun. 2023. Disponível em: https://agenciapara.com.br/noticia/44956. Acesso em: 25 jul. 2025.
ALMEIDA, L. B.; VIANA DOS SANTOS, D. de A.; SANTANA, G. S. et al. Solid Waste Management in Brazilian Prisons: The Case of Maranhão and Benchmarking of Sustainable Actions in the Brazilian Prison System. IOSR Journal of Business and Management, v. 27, n. 5, p. 16 26, 2025.
BRASIL. Secretaria Nacional de Políticas Penais. Relatório de Informações Penais – RELIPEN: 1º semestre de 2024. Brasília, DF: SENAPPEN, 2024. Disponível em: https://www.gov.br/senappen/pt-br/servicos/sisdepen/relatorios/relipen/relipen-1o-semestre-de-2024.pdf. Acesso em: 25 jul. 2025.
BRUHL, N. Arquitetura na ressocialização: uma proposta conceitual para a Colônia Penal Agrícola de Palhoça. 2021. 89 f. Dissertação – Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2021.
COSTA, A. M. O trabalho prisional e a reintegração social do detento. Florianópolis: Insular, 1999.
COSTACURTA, E. M. Recuperação do acervo documental histórico do sistema penitenciário do Paraná. Revista Brasileira de Execução Penal, v. 4, n. 2, p. 121 144, 2023.
FIORILLO, C. A. P. Curso de direito ambiental brasileiro. Saraiva Educação SA, 2021.
GERMANO, A. et al. Contribuição das tecnologias da indústria 4.0 para a sustentabilidade: uma revisão sistemática. Palabra Clave (La Plata), v. 11, n. 1, e142, 2021.
GOMES, M. F.; FERREIRA, L. J. Políticas públicas e os objetivos do desenvolvimento sustentável. Direito e Desenvolvimento, v. 9, n. 2, p. 155-178, 2018.
IBGE. Censo Demográfico 2020: Resultados Preliminares. Brasília: IBGE, 2020.
MARON, A. C.; ALMEIDA, B. R. Colônias agrícolas: as mazelas do regime semiaberto de execução de pena no Brasil. Libertas, Pelotas, 2014.
MELO, T. P. A Importância das Atividades Agroindustriais no Processo de Ressocialização em Colônias Penais. Recife: UFPE, 2018.
SANTOS, L. G. Trabalho e Ressocialização: Um Estudo sobre a Eficácia das Atividades Agroindustriais em Colônias Penais. João Pessoa: UFPB, 2015.
SANTOS, M. S. dos. Os porões da República: a Colônia Correcional de Dois Rios entre 1908 e 1930. Topoi, Rio de Janeiro, v. 7, n. 13, p. 445 476, 2006.
SANTOS. V. É. da S. Estabelecimentos prisionais agrícolas no Brasil: uma ferramenta de ressocialização, gestão pública sustentável e fomento ao setor agroindustrial. Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) – Pombal, 2019.
SILVA, R. da (org.). O que as empresas podem fazer pela reabilitação do preso. São Paulo: Instituto Ethos, 2001.
VAN WYNSBERGHE, A. Sustainable AI: AI for sustainability and the sustainability of AI. AI and Ethics, v. 1, n. 3, p. 213-218, 2021.
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2025 Dayane Rodrigues Simões, Sibelle Rachel Domiciano Dantas Martins, Andreza Tainá de Sá Soares, Emily de Oliveira Silva, Rogaciana de Almeida Borges Santos

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution-NonCommercial-NoDerivatives 4.0 International License.
Esta é uma revista de acesso livre, onde, utiliza o termo de cessão seguindo a lei nº 9.610/1998, que altera, atualiza e consolida a legislação sobre direitos autorais no Brasil.
Autores que publicam na Revista Brasileira de Filosofia e História (RBFH) concordam com os seguintes termos:
O(s) autor(es) doravante designado(s) CEDENTE, por meio desta, cede e transfere, de forma gratuita, a propriedade dos direitos autorais relativos à OBRA à Revista Brasileira de Filosofia e História (RBFH), representada pelo Grupo Verde de Agroecologia e Abelhas (GVAA), estabelecida na Rua João Pereira de Mendonça , 90 Bairro Petropolis em Pombal - PB doravante designada CESSIONÁRIA, nas condições descritas a seguir: 1. O CEDENTE declara que é (são) autor(es) e titular(es) da propriedade dos direitos autorais da OBRA submetida. 2. O CEDENTE declara que a OBRA não infringe direitos autorais e/ou outros direitos de propriedade de terceiros, que a divulgação de imagens (caso as mesmas existam) foi autorizada e que assume integral responsabilidade moral e/ou patrimonial, pelo seu conteúdo, perante terceiros. O CEDENTE cede e transfere todos os direitos autorais relativos à OBRA à CESSIONÁRIA, especialmente os direitos de edição, de publicação, de tradução para outro idioma e de reprodução por qualquer processo ou técnica através da assinatura deste termo impresso que deverá ser submetido via correios ao endereço informado no início deste documento. A CESSIONÁRIA passa a ser proprietária exclusiva dos direitos referentes à OBRA, sendo vedada qualquer reprodução, total ou parcial, em qualquer outro meio de divulgação, impresso ou eletrônico, sem que haja prévia autorização escrita por parte da CESSIONÁRIA.


https://miar.ub.edu/issn/2447-5076 






