Robótica livre: criando espaços de criatividade e protagonismo
DOI:
https://doi.org/10.18378/rbfh.v14i3.11532Palabras clave:
Brincar; Criatividade; Robótica Criativa;Tecnologia.Resumen
Segundo Perrenoud (2000), a aprendizagem escolar acontece de diferentes formas para diferentes pessoas e não há como pensar na sala de aula contemporânea sem pensar naquilo que é diverso. Tecnologia, criança e o brincar são elementos centrais do presente artigo cujo objetivo é desconstruir percepções que alguns professores tem acerca do brincar e o poder da criatividade como inata da criança. Apresenta como problema de pesquisa a padronização de uma robótica pautada pelo consumo, modismo e negação ao direito do brincar e limitação da criatividade em alunos do ensino fundamental. O trabalho decorre de pesquisa qualitativa de caráter exploratório apresentado uma Robótica Criativa como recurso a ser usado em sala de aula com baixo custo e de forma a atender critério de equidade ao direito de brincar e aprender, utilizando método do estudo de caso pautados em pratica educativas em escolas públicas e privadas em diversas regiões do país. Adota revisão bibliográficas e análise documental de normativos e legislação nacionais e internacionais.
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