Metodologia ativa: o que diz o estudante de medicina?

Autores

  • Natalia Sertori Universidade Federal de São Carlos, São Paulo

DOI:

https://doi.org/10.18378/rebes.v15i3.10858

Palavras-chave:

Metodologia ativa de aprendizagem, Educação superior, Medicina, Inovação, Saúde e educação

Resumo

Desde o final dos anos 90, as metodologias de aprendizagem, especialmente, nos cursos da saúde, tomaram uma nova direção. As DCNs do curso de medicina exigem atualmente que as escolas médicas adotem as metodologias ativas como formato de ensino. No entanto, para que o sucesso ocorra, além de um planejamento pedagógico, a necessidade de preparação dos discentes também é fundamental. O objetivo foi investigar a percepção dos estudantes dos cursos de medicina do Brasil que tiverem disponíveis nas bases de dados cientificas. Como método para o desenvolvimento foi feito uma revisão de literatura que é desenvolvida em material já elaborado, constituída, sobretudo, em artigos científicos, capítulos e livros sobre o tema abordado. A autora trabalhou por algum tempo junto a essa população de entradas de discentes em um curso de medicina e isso contribuiu para a construção dos resultados e discussões aqui presentes. Observou-se, na grande maioria das respostas dos estudantes que participaram das pesquisas relacionadas ao tema, que eles aprovam e veem as metodologias ativas como uma forma extremamente positiva para sua formação acadêmica e, futuramente, como profissional. No entanto, agregado a esse otimismo, este mesmo público diz haver ainda necessidade de ajustes com relação a preparação do docente e ao suporte do estudante ingressante no curso.

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Biografia do Autor

Natalia Sertori, Universidade Federal de São Carlos, São Paulo

Graduação em Pedagogia pela Universidade Estadual Paulista- UNESP. Campus Araraquara- São Paulo e Doutorado em Psicologia da Universidade Federal de São Carlos, São Paulo

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Publicado

2025-07-27

Como Citar

Sertori, N. (2025). Metodologia ativa: o que diz o estudante de medicina?. Revista Brasileira De Educação E Saúde, 15(3), 472–478. https://doi.org/10.18378/rebes.v15i3.10858

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