Efeitos da fitoterapia no tratamento e controle da hipertensão arterial no Sistema Único de Saúde

Autores/as

  • Daniel Nogueira Morais Centro Universitário de Patos
  • Erik Gomes Araujo Centro Universitário de Patos
  • Felipe Alves da Costa Centro Universitário de Patos
  • Miguel Dalto Honorato Centro Universitário de Patos
  • Milena Nunes Alves de Sousa Centro Universitário de Patos https://orcid.org/0000-0001-8327-9147
  • Lamark de Souza Palmeira Centro Universitário de Patos
  • Luana Idalino da Silva Centro Universitário de Patos
  • Manuela Carla de Souza Lima Daltro Centro Universitário de Patos
  • André Luiz Dantas Bezerra Centro Universitário de Patos https://orcid.org/0000-0002-0547-5772
  • Luciana Ferreira Monteiro e Oliveira Centro Universitário de Patos

DOI:

https://doi.org/10.18378/rbfh.v15i1.11953

Palabras clave:

Efeitos Adversos; Antioxidante; Doença Crônica.

Resumen

A Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS) é uma doença crônica definida pelo aumento persistente da pressão do sangue nas artérias, sendo considerada presente quando os valores pressóricos são iguais ou superiores a 140/90 mmHg. O objetivo foi avaliar os efeitos da fitoterapia no tratamento e controle da Hipertensão Arterial Sistêmica no Sistema Único de Saúde (SUS). Metodologia: Realizou-se uma revisão integrativa da literatura, contemplando publicações em português e inglês dos últimos 20 anos, extraídas de quatro bancos de dados, sendo eles: University of Southern California Libraries USC Librarie, U.S. National Library of Medicine, Biblioteca Virtual em Saúde e Information Centre for Life Sciences. Dos 26 estudos foram extraídos os principais resultados. Os principais efeitos anti-hipertensivos dos fitoterápicos foram caracterizados em dois principais grupos: Efeito Antioxidante (n=12; 46,15%) por mecanismos diversos - efeito vasodilatador, cardioprotetor e moduladores cardíacos (n=11; 42,3%). No entanto, há preocupações sobre os efeitos adversos (n=1; 3,85%) e a sua segurança no tratamento da HAS. O uso da fitoterapia é promissor no controle e tratamento da HAS no SUS. Contudo, existem limitações em relação à comprovação científica e à adesão dos estabelecimentos de saúde à sua utilização. Assim, é essencial avaliar a ação específica de cada fitoterápico, sua segurança, efeitos adversos e a eficácia comprovada antes de sua ampla utilização.

Publicado

2026-01-19

Cómo citar

Morais, D. N., Araujo, E. G., da Costa, F. A., Honorato, M. D., Sousa, M. N. A. de, Palmeira, L. de S., … Monteiro e Oliveira, L. F. (2026). Efeitos da fitoterapia no tratamento e controle da hipertensão arterial no Sistema Único de Saúde. Revista Brasileira De Filosofia E História, 15(1), 2475–2483. https://doi.org/10.18378/rbfh.v15i1.11953

Artículos más leídos del mismo autor/a

1 2 3 4 5 > >> 

Artículos similares

1 2 3 4 5 6 7 > >> 

También puede Iniciar una búsqueda de similitud avanzada para este artículo.