Efeitos da fitoterapia no tratamento e controle da hipertensão arterial no Sistema Único de Saúde
DOI:
https://doi.org/10.18378/rbfh.v15i1.11953Palavras-chave:
Efeitos Adversos; Antioxidante; Doença Crônica.Resumo
A Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS) é uma doença crônica definida pelo aumento persistente da pressão do sangue nas artérias, sendo considerada presente quando os valores pressóricos são iguais ou superiores a 140/90 mmHg. O objetivo foi avaliar os efeitos da fitoterapia no tratamento e controle da Hipertensão Arterial Sistêmica no Sistema Único de Saúde (SUS). Metodologia: Realizou-se uma revisão integrativa da literatura, contemplando publicações em português e inglês dos últimos 20 anos, extraídas de quatro bancos de dados, sendo eles: University of Southern California Libraries USC Librarie, U.S. National Library of Medicine, Biblioteca Virtual em Saúde e Information Centre for Life Sciences. Dos 26 estudos foram extraídos os principais resultados. Os principais efeitos anti-hipertensivos dos fitoterápicos foram caracterizados em dois principais grupos: Efeito Antioxidante (n=12; 46,15%) por mecanismos diversos - efeito vasodilatador, cardioprotetor e moduladores cardíacos (n=11; 42,3%). No entanto, há preocupações sobre os efeitos adversos (n=1; 3,85%) e a sua segurança no tratamento da HAS. O uso da fitoterapia é promissor no controle e tratamento da HAS no SUS. Contudo, existem limitações em relação à comprovação científica e à adesão dos estabelecimentos de saúde à sua utilização. Assim, é essencial avaliar a ação específica de cada fitoterápico, sua segurança, efeitos adversos e a eficácia comprovada antes de sua ampla utilização.
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